Devaneio de veraneio – III

A ciência quebrou átomos, descobriu quarks, glúons, foi até a lua, fuça por buracos negros supermassivos mas, para mim, a tecnologia mais genial é a da máquina de algodão-doce. Desde pequeno que acho incrível o funcionamento de tal geringonça, que pega um produto trivial e nos devolve mágica. Isso tem muito a ver com o trabalho do poeta.

Mesmo que açúcar continue sendo açúcar em qualquer forma.

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2 respostas em “Devaneio de veraneio – III

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